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Assessoria em Cálculos Judiciais

Inflaçãomania deixa PIB do país estagnado - 08/12/2011
Fonte: www.monitormercantil.com.br

Opção por aperto, juro alto e real forte faz

Brasil crescer menos até do que a Espanha

O Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre subiu 2,1% na comparação com os últimos três meses de 2010, com destaque para o setor agropecuário (6,9%), seguido por serviços (2%) e indústria (1%). Ante o segundo trimestre, porém, o PIB ficou estagnado, puxado pela queda de 0,9% na indústria. Apenas o setor agropecuário ficou no azul: 3,2%, enquanto o setor de serviços caiu 0,3%. Em valores correntes, o PIB atingiu R$1,05 trilhão até setembro.

Em relação ao segundo trimestre, o Brasil só superou o crescimento do PIB da Holanda (-0,3%), em uma lista de 14 países comparados pelo IBGE. Igualou-se à Bélgica e Espanha, e ficou abaixo da União Européia (0,2%), França (0,4%), Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha (0,5%), Chile (0,6%), Coréia do Sul (0,7%), México (1,3%) e Japão (1,5%). E já é consenso que o Brasil não crescerá acima de 3% este ano.

Para Leonardo de Carvalho, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o país vive um impasse provocado pelo câmbio e agravado pela crise. "O déficit em conta corrente é outro aspecto atrelado ao cenário externo. O superávit comercial provém dos preços das commodities, enquanto cresce o quantum importado de bens industriais. Uma retração nos preços dos produtos básicos abalará a balança comercial", avalia, classificando de "confusa" a situação cambial. 

"A apreciação do real prejudica por um lado (indústria) e beneficia por outro (commodities). O governo vem atuando em várias frentes. A política industrial é pouco abrangente, mas o BNDES renovou o Plano de Sustentação do Investimento (PSI) até 2012", compara.

Pedro Paulo Bastos, da Universidade de Campinas (Unicamp), avalia que o arrocho do início do ano a pretexto de enfrentar uma inflação que não se confirmou e a valorização cambial colocam a economia em xeque.

Já a Fiesp criticou as medidas de contenção de demanda, do início do ano, além da valorização cambial, que estimulou o aumento das importações.

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